Tablet II – As Entradas de Amenti
19 Setembro 2006

As entradas de Amenti,
Bem dentro no coração da Terra estão as entradas de Amenti,
perto das ilhas, da Atlântida afundada,
Entradas dos mortos e entradas dos vivos,
banhadas pelo fogo do Todo infinito.
Num passado longínquo, perdido no espaço tempo,
as Crianças de Luz olharam para baixo para o mundo.
Vendo as crianças dos homens nos seus limites,
limitados pela força que vinha de além.
Sabendo Eles que somente sendo livres dos limites
o homem conseguiria um dia erguer-se da Terra até ao Sol.
Desceram e criaram corpos,
fazendo da forma do homem, a sua forma.
O Mestre de tudo disse após esta transformação:
“Nós somos os que foram criados por pó do espaço,
parte da vida do Todo Infinito;
vivendo no mundo como filhos dos homens,
parecidos mas diferentes os filhos dos homens.”
Encontraram um espaço para viver, perto da crosta da terra,
criaram grandes espaços através dos seus poderes,
espaços a parte dos filhos dos homens.
Rodeados pelas forças e o poder,
protegidos do mal das Entradas dos Mortos.
Lado a lado, ergueram outros espaços,
preenchendo-os com Vida e com Luz de cima.
Construíram então as Entradas para Amenti,
onde viveriam eternamente,
vivendo com vida até o eterno fim.
Trinta e dois foram as crianças,
filhos das Luzes que vieram perante os homens,
procurando liberta-los dos limites da escuridão
esses que eram cercados pela força de além.
Dentro das Entradas da Vida cresceu uma flor, flamejante,
expandindo, guiando para trás a noite.
Colocado no centro, um raio de grande potência, dador de Vida,
dador de Luz, enchendo de poder todos os que se aproximavam.
Colocaram tronos à volta, dois e trinta,
espaços para cada uma Criança de Luz,
colocados lá para que fossem banhados na sua radiância,
enchidos com a Vida da eterna Luz.
Lá, tempo após tempo, colocaram os seus primeiros corpos criados
para que fossem enchidos com o Espírito da Vida.
Cem anos por cada mil deve a
chama da Luz dadora de Vida flamejar os seus corpos.
Rapidamente, acordando o Espírito da Vida.
Lá, no circulo de aeon em aeon,
está o Grande Mestre,
vivendo uma vida não conhecida pelos homens.
Lá, nas Entradas da Vida eles estão dormindo;
livres circulam as suas Almas através os corpos dos homens.
De tempos em tempos, enquanto os corpos deles dormem,
eles encarnam em corpos de homens.
Ensinando e guiando para a frente e para cima,
para fora da escuridão em direcção à Luz.
Nas Entradas da Vida, preenchidas pela sua sabedoria,
não conhecidos pelas raças dos homens, vivendo para sempre perto do
fogo frio da vida, sentam-se as Crianças de Luz.
De vez em quando acordam,
vindo das profundezas para serem luzes entre os homens,
infinitos entre os homens finitos.
Aquele que pelo progresso cresceu da escuridão,
elevando-se ele próprio da noite para a luz,
liberto está ele da Entradas de Amenti,
liberto da Flor da Luz e da Vida.
Guiado será então, pela sabedoria e conhecimento,
que passam através dos homens, para o Mestre da Vida.
Lá Ele viverá uno com o Mestre,
liberto dos limites da escuridão da noite.
Sentados na flor da radiância estão sete
Senhores do Espaço-Tempo acima de nós,
ajudando e guiando através da Sabedoria infinita,
o caminho através do tempo das crianças dos homens.
Grandiosos e Estranhos,
vigiam com o seu poder,
silenciosos, sabedores de tudo,
desenhando a força da Vida,
diferentes mas mesmo assim unos
com as crianças dos homens.
Aye, diferentes, e mesmo assim UNOS
com as Crianças da Luz.
Vigilantes da força do limite humano,
preparados para largar quando a luz for atingida.
Primeiro e o mais Grandioso,
está a Presença Vigilante, Senhor dos Senhores,
o Nove infinito,
por cima de cada um
o Senhor dos Ciclos.
Três, Quatro, Cinco e Seis, Sete, Oito,
cada um com a sua missão, cada um com os seus poderes,
guiando, direccionando o destino do homem.
Lá estão sentados, grandiosos e poderosos,
livres de todo o tempo e espaço.
Não são deste mundo,
mas estão nele,
Irmãos Anciãos,
das crianças dos homens,
Julgando e pesando,
com a sua Sabedoria,
vendo o progresso
da Luz entre os homens.
Lá perante eles, fui levado pelo Dweller,
vi-o misturar-se com o UNO de cima.
Então Dele veio uma voz dizendo:
“Grandioso, Thoth, entre os filhos dos homens.
Liberto das Entradas de Amenti,
Mestre da Vida entre os filhos dos homens.
Não provará a morte, somente se tiver vontade,
bebeu da Vida do Eterno fim,
Para sempre é Vida,
fino pela posse.
É morte pelo chamamento da sua mão.
Vives aqui ou deixas-nos conforme teu desejo,
livre é Amenti para o Sol do homem.
Toma a Vida na forma que desejares,
Criança da Luz que cresceu entre os homens.
Escolhido pelo seu trabalho, pelo que todos deviam trabalhar,
nunca sendo livre do caminho da Luz.
Um passo deste, no longo caminho para cima,
infinita é a montanha da Luz.
Cada passo que dás mais alta é a montanha;
de todo o progresso mais longe o objectivo.
Aproxima-te sempre da Sabedoria infinita,
sempre perante ti retrocede o objectivo.
Livre estás das Entradas de Amenti
para caminhar de mão dada com os Senhores do mundo,
um com um propósito, trabalhando juntos,
trazendo a Luz para as crianças dos homens.”
Então do seu trono veio um dos Mestres,
pegando na minha mão e levando-me para a frente,
através de todas as Entradas das profundas terras escondidas.
Guiou-me através das Entradas de Amenti,
mostrando os mistérios que não são conhecidos pelo homem.
Através da passagem escura, para baixo me levou,
para a Entrada onde está a Morte negra.
Vasta no espaço está a grande Entrada perante mim,
muralhada pela escuridão mas preenchida pela Luz.
Perante mim está um grande trono de escuridão,
sentado nele está uma figura da noite.
Mais escuro que a escuridão está a grande figura,
negro mas não como a escuridão da noite.
Perante ele o Mestre, falou
A Palavra que traz Vida, dizendo:
“Oh mestre da escuridão,
guia do caminho de Vida após Vida,
perante ti eu trago o Sol da manhã.
Não o toque nunca com o poder da noite.
Não chames a sua chama para a escuridão a noite.
Conhece-o, olha-o,
um dos nossos irmãos,
levantado da escuridão para a Luz.
Libertando a sua chama dos seus limites,
liberta a sua chama da escuridão da noite.”
A mão da figura levanta-se,
criando uma chama crescente límpida e brilhante.
A cortina de escuridão desvanece,
libertando a Entrada da escuridão da noite.
Então cresceu no grande espaço perante mim,
chama após chama, do véu da noite.
Milhões incontáveis apareceram perante mim,
alguns flamejantes como flores da vida.
Alguns tinham pouca radiância,
brilhando pouco através da noite.
Alguns desbotaram rapidamente:
outros cresceram duma pequena bola de luz.
Cada um rodeado pelo véu da escuridão,
mas flamejantes com luz que nunca poderia ser eliminada.
Vindo e indo tal qual libelinhas na Primavera,
preenchendo o espaço com Luz e com Vida.
Então falou uma voz, grandiosa e solene, dizendo:
“Estes são luzes que são almas entre os homens,
crescendo e desvanecendo, existindo para sempre,
mudando mas vivendo, através da morte para a vida.
Quando eles brotarem em flor,
chegando ao crescimento zenith da sua vida,
rapidamente envio o meu véu de escuridão,
criando e mudando novas formas de vida.
Firme para cima através dos tempos, crescendo,
expandindo em outra chama,
acendendo a escuridão com outro grandioso poder,
preenchendo e desvanecendo com o véu da noite.
Então cresce a alma do homem sempre para cima,
preenchido e desvanecido pelo véu da noite.
Eu, Morte, venho, mas não permaneço,
para que a eterna vida exista no Todo;
unicamente um obstáculo, Eu no caminho,
rápido a ser conquistado pela luz infinita.
Acorda, Oh chama que arde internamente,
vem e conquista o véu da noite.”
Então no meio das chamas
na e escuridão cresceu um que
guiou a noite, flamejante, expandindo,
cada vez mais brilhante, mas no fim não era mais que Luz.
Então falou o meu guia, a voz do mestre:
Vê a tua própria Alma que cresce na luz,
liberta-te já para sempre do Senhor da noite.
Para a frente ele me levou através de grandiosos espaços
preenchidos com os mistérios das Crianças de Luz;
mistérios que o homem nunca deverá conhecer, até que
ele, também, seja um Sol da Luz.
Para trás Ele me levou para a Luz
paraa entrada da Luz.
Ajoelhei-me perante os grandes Mestres,
Senhores do Todo dos ciclos acima.
Falou com as palavras do grande poder dizendo:
Foste liberto das Entradas de Amenti.
Escolhe o teu trabalho entre as crianças dos homens
Então Eu falei:
Oh, grande mestre,
deixa-me ser o professor dos homens,
guiando-os para a frente e para cima até que eles,
também, sejam luzes nos homens;
libertando do véu da noite que os rodeia,
flamejando com luz que deve brilhar entre os homens.
Falou-me então a voz:
Vai, pela tua vontade. Que seja decretado.
Mestre és tu do teu destino,
livre para ter ou rejeitar através da vontade.
Leva o poder, leva a Sabedoria.
Brilha como uma Luz através dos homens.
Para cima, levou-me o Dweller.
Vivendo novamente entre as crianças dos homens,
ensinando e mostrando alguma da minha sabedoria;
Sol da Luz; fogo entre os homens.
Agora, outra vez desço o caminho,
procurando a luz na escuridão da noite.
Guardai e preservai o meu registo,
deverá ser guia para as crianças dos homens.
Traduzido por: Otso i Mine
A seguir: Tablet III – A Chave da Sabedoria
P.S: Depois tentarei por aqui um link para download do PDF que estou a traduzir, algumas coisas não estão totalmente traduzidas à letra como poderão depois reparar, mas é aquilo que sinto que seja.
Tablet I – A história de Thoth o Atlante
16 Setembro 2006

Eu, Thoth, o Atlante, mestre dos mistérios,
guardião dos registos, grandioso rei, mágico,
vivendo de geração em geração,
existindo para passar pelas entradas de Amenti,
estabelecido para guiar
aqueles que estão para vir,
nestes registos da grandiosa sabedoria da Grande Atlântida.
Na grande cidade de KEOR, na ilha de UNDAL,
num passado longínquo, eu comecei esta encarnação.
Não como os pequenos homens do presente fazem,
os grandiosos de Atlântida viviam e morriam,
mas antes de Aeon em Aeon eles renovavam
a sua vida nas entradas de Amenti onde o rio da vida
flui eternamente.
Cem vezes dez
eu desci a passagem da escuridão que nos leva em encontro à luz,
e outras tantas vezes ascendi da
escuridão para a luz com a minha força e poder renovados.
Um dia eu desci,
e os homens de KHEM (Antigo Egipto),
já não me conheciam.
Cuidado, Oh homens de KHEM,
se traíram falsamente os meus ensinamentos,
deverei então arremessar vos do vosso alto estado
para a escuridão das cavernas de onde um dia saíram.
Não traiam os meus ensinamentos
para os homens do Norte
nem para os homens do Sul
senão a minha maldição cairá sob vós.
Lembrem-se e ouçam as minhas palavras,
de certeza que Eu voltarei outra vez
e precisarei daquilo que guardam.
Mesmo do tempo distante,
e da morte distante eu voltarei,
recompensando ou castigando
da vossa confiança.
Grande foi o meu povo nos antigos dias,
grandiosamente além da concepção dos
pequenos homens agora à minha volta;
sabendo a sabedoria dos antigos,
procurando bem dentro do coração da sabedoria
Infinita que pertence à infância da Terra.
Sábios éramos nós com a sabedoria
das Crianças de Luz que viviam entre nós.
Poderosos éramos nós com o poder que escorria
do fogo eterno.
E de estes todos, grandioso no seio das
crianças dos homens estava meu pai, THOTME,
guardião do Grande Templo,
ligação entre as Crianças de Luz
que viviam dentro do templo e as
raças dos homens que viviam nas dez ilhas.
Falou, após os Três,
o Dweller (Morador, Senhor) de UNAL,
falando para os Reis
com a voz que devia ser obedecida.
Lá Eu cresci, de criança até adulto,
aprendendo com o meu pai os mistérios antigos,
até que no tempo cresceu bem dentro o fogo da sabedoria,
até que explodiu numa chama ardente.
Grande desejo tinha Eu pela obtenção de sabedoria.
Até que num grande dia a ordem veio
do Dweller do Templo, para que Eu fosse trazido perante ele.
Poucos foram as crianças dos homens que
olharam na sua poderosa face e sobreviveram,
não são como os filhos dos homens as
Crianças de Luz quando não estão encarnadas
num corpo físico.
Escolhido fui Eu dos filhos dos homens,
Ensinado pelo Dweller para que os seus
propósitos fossem cumpridos,
propósitos que ainda não nasceram no ventre do tempo.
Muitos anos vivi no Templo,
Aprendendo mais e mais sabedoria,
até que eu, também, me aproximei da luz emitida
pelo grande fogo.
Ensinou-me, o caminho para Amenti,
o submundo onde o grande rei está
no seu grandioso trono.
Profundamente curvei-me em homenagem perante os Senhores da Vida
e os Senhores da Morte,
recebendo como presente a Chave da Vida.
Liberto, estava eu, das entradas de Amenti,
que não fosse morto do circulo da vida.
Para lá das estrelas eu viajei até que
espaço e tempo tornaram-se confusos.
Após ter bebido da profunda taça da Sabedoria,
Olhei para os corações dos homens e lá encontrei
grandes mistérios e fiquei contente.
Só unicamente na Procura da Verdade o meu Espírito pôde
estar parado e a chama dentro dele ser alimentada.
Durante vários anos eu vivi,
vendo aqueles a minha volta provando a taça
da morte e voltando outra vez no circulo da vida.
Gradualmente pelos Reinos da Atlântida passou ondas
de consciência que esteve um comigo,
unicamente para ser reposto pelo desaparecimento de uma estrela baixa.
Em obediência da lei,
a palavra do Mestre cresceu numa flor.
Empurrados para a escuridão ficaram os
pensamentos dos Atlantes,
Até que por fim nesta confusão, num estado de separação,
o Dweller,
falou A Palavra, chamando o poder.
Bem dentro do coração da Terra, os filhos de Amenti ouviram,
e ouviram, directamente a mudança da flor do fogo
que arde eternamente, mudando e mudando, usando o LOGOS,
até que grande fogo mudou sua direcção.
Por todo o Mundo abriu-se grandes águas,
esvaziando e afundando,
mudando o equilibro da Terra
até que unicamente o Templo da Luz restava
no topo da grande montanha de UNDAL
ainda fora de água;
alguns estavam lá, aqueles que lá viviam,
salvos pelo junco das fontes.
Chamou-me então o Mestre, dizendo:
Reúne todo o meu povo.
Leva-os pelas artes que aprenderam para além das àguas,
até chegarem as terras dos bárbaros cabeludos,
que vivem nas cavernas do deserto.
Sigam lá o plano que sabem.
Reuni então o meu povo e
entrei então no grande barco do Mestre.
Embarcamos logo pela manhã.
Escuro estava o Templo.
De repente afundou nas águas.
Desaparecido da Terra,
até que o tempo seja propicio,
está o grande Templo.
Navegamos rapidamente em direcção do sol da manhã,
até que perante nós estava a terra dos filhos de KHEM.
Furiosos, vieram com os escudos e lanças,
procurando escravizar e destruir os Filhos da Atlântida.
Então levantei o meu bastão e direccionei um raio de vibração,
travando o seu ataque e transformando-os tal qual fragmentos
de pedra da montanha.
Então falei para eles em palavras calmas e pacificamente,
dizendo a eles dos grandiosos da Atlântida,
dizendo que éramos filhos do Sol e seus mensageiros.
Amedrontei-os com a minha descrição mágica-cientifica,
até que nos meus pés eles se curvaram, quando os libertei.
Muitos tempo vivemos na terra de KHEM,
imenso, Imenso tempo.
Continuando obedecendo aos comandos do Mestre,
que mesmo dormindo vive eternamente,
Enviei os filhos da Atlântida,
em imensas direcções,
para que do ventre do tempo a sabedoria
pudesse elevar-se novamente nas suas crianças.
Muito tempo vivi na terra de KHEM,
fazendo grandes trabalhos pela sabedoria contida em mim.
A ascensão deu-se na luz do conhecimento
nas crianças de KHEM,
banhadas pelas chuvas da minha Sabedoria.
Explodi então um caminho para Amenti para
que Eu pudesse então reter os meus poderes,
vivendo era após era um Sol da Atlântida,
mantendo a sabedoria, preservando os registos.
Grandiosos, eram poucos os filhos de KHEM,
conquistando a população à sua volta,
crescendo devagar a força do Espírito.
Agora, durante algum tempo Eu fui perante eles para
a Escuridão das entradas de Amenti,
fundo nas entradas da Terra,
antes dos Senhores dos poderes,
cara a cara uma vez mais com o Dweller.
Fui elevado bem alto na entrada, uma porta, uma passagem
para Amenti.
Poucos serão aqueles com coragem para o encarar,
poucos passam o portal para a escuridão de Amenti.
Elevado perante a passagem, Eu, uma grandiosa pirâmide,
usando o poder que supera a força da Terra (gravidade).
Dentro, um local bem dentro coloquei uma câmara
onde construi uma passagem circular
chegando perto do grande cume.
Lá no topo, coloquei o cristal,
mandando um raio para o “Espaço-Tempo”,
retirando a força do Ether,
concentrando-se na entrada para Amenti.
Outras câmaras construi e deixei para que todos vissem,
Mas escondidos entre eles estão as chaves para Amenti.
Aquele que em coragem enfrentar as realidades obscuras,
deixai-o primeiro ser purificado por uma longa rapidez.
Deitado no sarcófago de pedra na minha camâra,
Então revelo-lhe os grandes mistérios
Cedo deverá ele seguir para onde deverei conhece-lo,
mesmo na escuridão da Terra deverei conhece-lo, Eu,
Thoth, Senhor da Sabedoria, conhece-lo-ei e segura-lo-ei
e viverei com ele sempre.
Construi a Grande Pirâmide,
modelo após a pirâmide da força da Terra,
ardendo eternamente para que, também,
possa permanecer durante as eras.
Lá, construi o meu conhecimento de “Magia-Ciência”
para que possa estar aqui para quando regressar de Amenti,
Aye, enquanto eu durmo nas entradas de Amenti,
o meu Espírito livremente irá encarnar,
vivendo entre os homens nesta ou noutra forma. (Hermes)
Emissário na Terra sou Eu do Dweller,
cumprindo seus comandos para que o grandioso se possa elevar.
Agora retorno para as entradas de Amenti,
deixando para trás de mim alguma da minha sabedoria,
Preservando e mantendo o comando do Dweller:
Levantando sempre os olhos para cima para a Luz.
Claramente em tempo, serei um com o Mestre.
claramente por direito, serei um com o Mestre,
claramente por direito serei um com o Todo.
Agora, partirei.
Conheçam os meus mandamentos,
Guardem-nos e sejam-nos,
e estarei convosco,
ajudando e guiando para a Luz.
Agora perante mim abre o portal.
Irei para a Escuridão da noite.
Traduzido por: Otso i Mine
