Voava

9 Abril 2009

Olhava interruptamente para o céu,
Vislumbrava as diversas cores que ao longo do dia pintavam esse tecto infinito, e,
Sonhava,
Sonhava erguer as asas do alto de uma montanha,
E planar livremente,
Sem obstáculos que me impedissem de saborear tal momento unico,
Mas que o repetiria uma e outra vez,
E uma e uma e outra, outra, outra vez.
Não sabia para onde iria,
Mas o que interessa?
Estaria a voar,
Sem mais nada com que me preocupar.
Até ter que voltar à Terra,
Sentir novamente o seu peso
Em todo o meu corpo,
Em todo o meu ser.

Por Venctus 

2 Respostas para “Voava”

  1. Catharina disse

    Ah Venctus..! Vez em quando passeio nestas páginas recheadas de verdades e poesias. Continua tudo lindo, o que está bem amostra e também o que fica em oculto. Magia primeira, natural, poderosa, sem fórmulas ou formas e ao mesmo tempo com todas as formas. Inebrio-me diante do desconhecido…embora a sensação de alívio me transporte rapidamente a um vale de mil alegrias. Nestas palavras não me julgo só, peregrino entre razão e emoção, entre tudo em que insisto acreditar: num mundo melhor. Gostaria que a graça divina contagiasse a todos os irmãos, mesmo os tolos e sem modismo. Só fogo, água, poder e amor divino. Já fui católica, protestante, hoje cristã simplesmente… por causa do sacrificio e do idealismo de Jesus.E nunca estudei magia…mas eu a vejo e a reconheço em todo lugar. Sem euforias …sem gritos…sem apelações tendenciosas…apenas fogo, água, poder e graça divina. Um bju.

  2. Ainda existe este blog? Já não vinha cá há séculos!!!!!!!

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